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segunda-feira, julho 30, 2007

Ingmar Bergman

Antes do mais obrigado por ter vivido.


Gritos e Sussurros


Nunca um diretor de cinema realizou tantos filmes que me tenham impressionado da forma que os de Ingmar Bergman fizeram.

Desde o Sétimo Selo (1957), até Cenas de um Casamento (1973), passando por Persona (1966) - o que mais gosto -, e Gritos e Sussurros(1972) tudo o que Bergman fazia me levava ao cinema, de onde voltava, irremediavelmente, e para sempre, mexido.



O Sétimo Selo


Como muito provavelmente a morte de Bergman provocará um revival de algumas de suas obras, aproveite e deixe-se provocar por, no mínimo, uma visão instigante sobre a vida!

terça-feira, maio 22, 2007

Das Leben der Anderen

Nestes tempos em que por aqui nos querem impôr a censura prévia, vale a pena dar uma boa olhada neste filme: Das Leben der Anderen , que por aqui saíu com o nome de " As Vidas dos Outros".

Vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro neste ano de 2007, ganhou também três Prêmios do Cinema Europeu: Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Argumento e o Prémio do Público nos festivais de Locarno e Vancouver.

1984, Alemanha Oriental. Cinco antes antes da Glasnot e da queda do Muro, a população é mantida sob controle pela Stasi, polícia secreta alemã. A missão da Stasi é apenas uma: saber tudo sobre a vida de todas as pessoas, através de uma vasta cadeia de informantes e entreguistas. O filme acompanha a gradual desilusão do Capitão Gerd Wiesler, um oficial da Stasi, cuja missão é espionar um famoso escritor, George Dreyman, e a sua esposa, a atriz Christa-Maria Sieland.

Segundo o realizador, Florian Henckel von Donnersmarck, no filme "cada personagem coloca questões com as quais nos confrontamos todos os dias: como é que lidamos com o poder e com as ideologias? Seguimos os nossos princípios ou os nossos sentimentos? Mais do que qualquer outra coisa, é um drama sobre a capacidade dos seres humanos fazerem o que está certo, não interessa até onde foram no caminho errado"

domingo, novembro 12, 2006

O Discreto Charme da Burguesia


Um bom filme para alugar , O Discreto Charme da Burguesia de Luis Buñuel (1972) é uma ácida e surrealista crítica à hipocrisia da burguesia, contada através da história de seis amigos que se reúnem para um jantar que acaba sendo interrompido por estranhos acontecimentos que misturam realidade com devaneios dos personagens.
Com Fernando Rey, Julien Barteau, Paul Frankeur, Delphine Seirig, Jean Pierre Cassel.

Vale a pena!

sexta-feira, novembro 03, 2006

Dois bons filmes

Neste cinzento e chuvoso fim de semana aqui vão as dicas de dois bons filmes para você pegar na locadora e assistir debaixo das cobertas, bebendo um bom vinho tinto...

Laranja Mecânica

Um filme de 1971, de Stanley Kubrick, baseado numa novela de Anthony Burgess, com Malcolm McDowell no papel do líder de uma gang de adolescentes, que na Inglaterra do futuro, sai para a baderna toda a noite intimidando e espancando vítimas indefesas. Até que...
(veja o trailer)


Splendour in the Grass

Um filme de Elia Kazam, 1961, com Natalie Wood (foto) e Warren Beatty.
Um amor proibido entre uma frágil garota do Kansas e o elegante herdeiro da família mais poderosa da cidade, levam-na à desilusão e à loucura...

terça-feira, outubro 24, 2006

Supercalifragilisticexpialidocious


Hoje, acordei cantando Supercalifragilisticexpialidocious. Não sei se acontece com vocês, mas, muitas vezes, quando começo a cantarolar uma música não consigo me desfazer dela por um bom tempo... Tento parar, mas dali a pouco lá vem ela outra vez!
A música é de um eterno clássico dos estúdios de Walt Disney,
Mary Poppins, de Robert Stevenson.
Até hoje me lembro da cena em que Bert (Dick Van Dyke), seus limpa-chaminés, e Mary Poppins (Julie Andrews) dançavam acrobáticamente nos telhados de Londres, recortados contra um absolutamente irreal, mas fantástico, céu azul escuro.
As roupa entrando nas gavetas abrindo e fechando, o hilariante chá no teto, a cavalgada no carrossel, são lembranças a que regresso com um encantamento que nenhum outro filme me conseguiu despertar.
Até porque, para além da fantástica qualidade da película em si, foi a primeira vez que fui ao cinema ver um filme "a sério"...
E a primeira vez a gente nunca esquece...
Bye! Vou soltar uma pipa!